AÇÕES E POLÍTICAS PÚBLICAS EM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, EM 2020 E 2022

- 310893
Research report
Favorite this paper
How to cite this paper?
Abstract

AÇÕES E POLÍTICAS PÚBLICAS EM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, EM 2020 E 2022

 

Autores/as: Soraia de Fátima Ramos (Instituto de Economia Agrícola; [email protected]); Vanuzia de Souza Teixeira[1] (Secretaria de Desenvolvimento Social; [email protected]); Celso Luís Rodrigues Vegro (Instituto de Economia Agrícola; [email protected]); Paulo José Coelho (Instituto de Economia Agrícola; [email protected]); Rosana de Oliveira Pithan e Silva (Instituto de Economia Agrícola; [email protected]); Fabiana Kawassaki Hirashima (Instituto de Economia Agrícola; [email protected]); Camila da Cunha Michelin (Secretaria de Agricultura e Abastecimento; [email protected])

 

Resumo

 

Introdução

            A problemática social da fome no Brasil tem sido foco de diagnósticos com abordagens que partem da perspectiva do acesso aos alimentos e por aquelas que privilegiam as estruturas de produção e de distribuição. Essas análises permitem, conjuntamente, construir um quadro referencial das causas e consequências da permanência e expansão do problema da fome. São 33 milhões de brasileiros em condição de insegurança alimentar grave (fome) (Maluf, 2022).

Nos anos de 1940, a construção teórica de Josué de Castro, salientou a perspectiva de que a fome também possuía natureza política, superando diagnósticos tecnicistas, ao indicar as consequências do processo de colonização e ocupação do território (estrutura agrária) e das contradições econômicas no país (Castro, 1984; Andrade, 2003). Assim, é possível explicar os contrastes sociais em que coexistem no mesmo espaço a moderna agricultura científica e a fartura da produção agropecuária e, por outro lado, o desperdício e os entraves ao acesso aos alimentos com a permanência da fome e insegurança alimentar e nutricional (ISAN).

A partir dos anos 1990 e, em especial, no início do século XXI, são implementadas políticas públicas federais direcionadas à mitigação da fome (Silva, 2014, Pedrotti e Oliveira e Silva, 2022) como o Programa Fome Zero (Andrade, 2003; Aranha, 2010; Silva, 2014,). A organização de uma estrutura territorial para a participação social ocorreu com a criação dos Conselhos de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEAs) (Maluf, Menezes e Valente, 1996) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) (BRASIL, 2006, BRASIL, 2010). Foram criados os programas de compras públicas da agricultura familiar, as feiras orgânicas e agroecológicas, os bancos de alimentos e os equipamentos públicos de segurança alimentar (cozinhas comunitárias e hortas escolares), além das doações de cestas de alimentos às populações vulneráveis. A articulação e o envolvimento dos movimentos sociais por meio de fóruns consultivos como os CONSEAs impediram que o conflito de estratégias sobre o combate à fome assumisse vieses exclusivamente produtivistas, como aquelas referendadas pelas entidades do agro e de suas grandes corporações.

A existência de políticas públicas estruturadas para o combate à fome e o fortalecimento da agricultura familiar com os Programas Nacionais de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (PNAE), oferecem diretrizes para a produção e oferta de alimentos e bebidas saudáveis e diversificados. A priorização das aquisições governamentais de orgânicos e agroecológicos possui capacidades indutivas para a reconfiguração da ocupação do solo, das práticas e sistemas de produção, e a dinamização dos circuitos curtos de comercialização.

No estado de São Paulo, políticas públicas como o Programa Paulista de Agricultura de Interesse Social (PPAIS), VivaLeite, Regularização Fundiária, Bom Prato, Cozinhalimento e Cesta Verde (SÃO PAULO, 2023, ITESP, 2023), possuem substancial alcance. Na ausência dessas políticas, a insegurança alimentar seria de maior gravidade. Tais políticas, quando acompanhadas de programas e distribuição de renda, aceleram a tendência de diminuição da fome crônica ou ISAN. O Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do estado de São Paulo (CONSEA-SP) ao reunir uma pluralidade de agentes sociais -  entidades da sociedade civil e os técnicos do poder público – constitui-se em fórum de atuação popular nos territórios colaborando para traçar estratégias à alimentação adequada e saudável a todos.

Recentemente, de maneira a melhor conhecer os desafios no combate à fome e ISAN nos municípios paulistas, a Coordenadoria de Segurança Alimentar (COSALI), órgão estadual da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, organizou enquetes que auxiliam a identificar a atual conjuntura visando aperfeiçoar, propor ou induzir novas ações em SAN.

Salienta-se que, anteriormente, parte da equipe desta investigação, os pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), elaboraram juntamente com a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (CODEAGRO) um diagnóstico sobre o cenário dos conselhos municipais de segurança alimentar e nutricional (SÃO PAULO, 2017; RAMOS et al., 2018). A partir de uma matriz de tipologia municipal sugeriu-se ações prioritárias para à tomada de decisão em núcleos locais e regionais visando fortalecer a organização nos territórios e elevar o patamar de segurança alimentar e nutricional no estado.

 

Objetivo

            Considerando a permanência da fome e insegurança alimentar e nutricional no Brasil e, por outro lado, o pressuposto de que o Estado deve garantir o direito universal ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficientes, este trabalho tem por objetivo identificar a existência de ações, projetos e programas de políticas públicas em segurança alimentar e nutricional (SAN) organizados no âmbito do poder público, especificamente, em municípios do estado de São Paulo, nos anos de 2020 e 2022.

 

 Métodos

O estudo de caráter exploratório quali-quantitativo apoia-se em revisão de literatura e na coleta de dados e informações primárias. Tem por recorte temporal o ano de 2020 e de 2022, sendo a abrangência geográfica os 645 municípios do estado de São Paulo. Para averiguar a existência de programas, projetos e/ou políticas públicas locais de SAN foram elaborados, pela equipe técnica da COSALI, dois questionários (enquetes) direcionados aos gestores municipais com perguntas, predominantemente, abertas. Os conselheiros do CONSEA-SP foram consultados antes que os questionários fossem disponibilizados à gestão municipal por meio de formulários online no ano de 2021 e em 2023.

O levantamento de informações municipais sobre a temática SAN ocorreu em dois momentos distintos. A primeira enquete, feita em 2021 (ano base de 2020), apresentou um total de 11 itens a serem respondidos. A segunda enquete, realizada em 2023 (ano base de 2022) foi ampliada e modificada, totalizando 45 itens. Ambos os questionários continham perguntas para identificação do setor e do responsável técnico das prefeituras. As informações coletadas (banco de dados) foram disponibilizadas em planilhas Excel para tabulação. A equipe do IEA selecionou, para a análise crítica, cinco perguntas de 2020 e vinte e sete perguntas de 2022.

De modo a viabilizar a sistematização das informações, as respostas aos questionários foram agrupadas em quatro eixos temáticos: a) Ações e Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional; b) Agricultura Familiar, Alimentação Escolar e Alimentos Orgânicos; c) Mapeamento da Produção Local, Organização Social e Assistência Técnica e Extensão Rural; d) Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e Cursos de Capacitação em SAN.

 

Resultados/Discussão

Comparando-se as duas enquetes em relação ao universo dos municípios respondentes, constata-se o aumento da participação dos gestores em atender à solicitação da COSALI. Se no ano de 2021 houve o retorno de 269 municípios respondentes (41,7%), em 2023 alcançou-se o retorno de 330 municípios (51,2%). A despeito dessa maior adesão em atender à demanda institucional nota-se que 49% do total de 645 municípios não haviam respondido à enquete.

Uma das questões abordadas nas duas enquetes foi sobre a existência de Conselhos Municipais de Segurança Alimentar (COMSEA), e se os mesmos se encontravam ativos ou inativos, e se havia um marco legal amparando o seu funcionamento. Houve um aumento do número de municípios com leis e, também, de Conselhos municipais ativos. Todavia, ainda há em todas as 16 Comissões Regionais de Segurança Alimentar e Nutricional (CRSANs) do estado de São Paulo um número expressivo de COMSEAs municipais inativos (57%), seguramente em razão do ambiente político institucional desfavorável que, entre outras medidas, extinguiu o CONSEA Nacional em 2019, desarticulando as organizações sociais.

Considerando-se o conjunto de questões destinadas a verificar as principais ações em SAN existentes nos municípios paulistas, a análise das duas enquetes foi organizada por meio da seleção de informações relevantes e, sempre que possível, a comparação entre os levantamentos. O resultado é a indicação de quatro eixos temáticos que esboçam em linhas gerais os principais projetos, programas e políticas citados pelos gestores.

 

Ações e Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional

Na primeira enquete, foi solicitado que os respondentes listassem as ações de segurança alimentar desenvolvidas no município. Em 2020, ano da pandemia da COVID-19, sobressaíram-se entre as principais ações o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do governo federal, o PAA estadual (doação de cestas verdes), o PNAE, o kit alimentação e o Programa Viva Leite, que juntos somaram 54% das respostas. Os equipamentos como banco de alimentos, cozinhas comunitárias, feiras, hortas, restaurantes populares foram pouco citados.

No segundo levantamento, a pergunta foi mais específica: Quais os equipamentos de segurança alimentar existentes no município em 2022? Observa-se que no ano de 2022, houve uma maior diversificação das ações em SAN, com menção especial às cozinhas comunitárias, cozinha piloto ou cozinhalimento (22%); as hortas comunitárias, escolares e/ou educativas (19%), as feiras livres (24%) e as feiras do produtor (14%).

 

 Agricultura Familiar, Alimentação Escolar e Alimentos Orgânicos

Em relação às políticas de compras institucionais da agricultura familiar com o PNAE, foi perguntado, em 2021 e em 2023, se no ano anterior o município havia efetivado a compra de alimentos da agricultura familiar para a alimentação escolar, conforme preconiza a legislação. Em 2020, em razão do período de isolamento social, somente 55% dos respondentes haviam realizado as aquisições de gêneros da agricultura familiar para o PNAE. Em contrapartida, esses números em 2022 se elevam e alcançam 82% dos municípios respondentes.

Considerando-se que a Lei Federal n° 11.947/2009 orienta para que as compras da agricultura familiar sejam de no mínimo 30%, foi perguntado aos municípios qual o percentual das compras realizadas. Para efeito de análise, os municípios foram classificados em três faixas de compras: a) 1% a 29%; b) 30% a 59%; e c) 60% a 100%. As respostas demonstram o crescimento das compras de gêneros alimentícios da agricultura familiar para alimentação escolar. Em 2020 a maior parte dos municípios, com 56% dos respondentes, não conseguiu atingir a meta preconizada ficando na faixa abaixo dos 30%. Em 2022, 66% dos respondentes alcançaram e até ultrapassaram a meta, posicionando-se na faixa de compras entre 30% a 59%.

Na segunda enquete foi perguntado sobre a presença de alimentos orgânicos na alimentação escolar. Assim, em 2022 a maioria dos respondentes, 62% do total (204 dos respondentes) informaram que os alimentos destinados às compras institucionais para o PNAE provinham, preponderantemente, da agricultura convencional. Apesar dos incentivos financeiros previstos, a minoria de informantes mencionou a compra de gêneros alimentícios orgânicos e agroecológicos para inserção na composição do cardápio da alimentação escolar.

 

Mapeamento da Produção Local, Organização Social, e Assistência Técnica e Extensão Rural

Em 2022, foi indagado a respeito da realização pelo poder público municipal de mapeamento da produção local e dos itens alimentícios provenientes da agricultura familiar e de sistemas de produção orgânicos e agroecológicos. A maioria dos respondentes (58%) afirmaram no sentido de se mobilizarem para conhecer seu território do ponto de vista da oferta de alimentos. Todavia, 42% ainda carecem de mapear essa oferta que, certamente, poderia contribuir para a estruturação de ações de mitigação da ISAN e ao desenvolvimento regional.

A maior parte dos respondentes (69%) informou existirem ações de apoio ao cooperativismo e ao associativismo ligado às atividades agropecuárias. Existe forte potencial de entrelaçamento entre as estruturas vinculadas ao combate à fome e à insegurança alimentar e a presença de assistência técnica e extensão rural públicas, uma vez em que 59% dos informantes afirmaram que tanto a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) como o Instituto de Terras do estado de São Paulo (ITESP) acompanham e orientam a agricultura familiar dos municípios do estado de São Paulo.

 

Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e Cursos de Capacitação em SAN

Observou-se que, em 2022, mais de 70% dos municípios tiveram ações para educação alimentar e nutricional. Entretanto, dentre os órgãos citados, as secretarias de educação municipais concentram a coordenação da maioria dessas atividades, com 68% das ações. Destaca-se aqui a importância do diálogo intersetorial, e a presença do profissional de nutrição concursado para a continuidade e consistência de estudos antropométricos, palestras e aulas voltadas à alimentação saudável, e na capacitação de profissionais que atuam na elaboração e preparação dos cardápios da alimentação escolar.

Em 2022, dentre os 330 municípios participantes, 69% ofereceram algum tipo de curso de manipulação de alimentos e de boas práticas. Os cursos sobre a) alimentação saudável, b) empreendedorismo e geração de renda e c) culinária (panificação e marmitex) foram os mais citados em semelhante proporção com, respectivamente, 44%, 44% e 47% das respostas dos informantes.

 

Recomendações

            Diante da possibilidade de renovação de diretrizes políticas em razão das eleições municipais em 2024, o diagnóstico realizado pode ser um instrumento a nortear a sociedade e os gestores públicos ao definir metas visando assegurar o direito à alimentação nos municípios paulistas. A expectativa é que todos os municípios façam a adesão ao SISAN; tenham publicado a lei de criação do COMSEA; reativem os Conselhos municipais existentes; e criem e/ou fortaleçam as Câmaras Intersecretariais Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN). Paralelamente, considera-se que sejam estimulados e apoiados os coletivos, associações e cooperativas com destaque para a participação de jovens, mulheres, agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais, visando a elaboração e/ou publicação (incluindo dotação orçamentária) das Políticas e dos Planos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional e, também, as Políticas e os Planos Municipais de Agroecologia e Produção Orgânica. A criação de fundo e/ou destinação de recursos orçamentários para investimento contínuo em atividades, setores e equipamentos públicos como são os circuitos curtos de comercialização, banco de alimentos, compras institucionais da agricultura familiar, feiras municipais de agricultores familiares orgânica e agroecológica, unidades de restaurantes populares e os sistemas técnicos de produção agroflorestais. Estimular e apoiar técnica e financeiramente a transição agroecológica, e a maior inserção de alimentos da agricultura familiar de base orgânica e agroecológica no cardápio da alimentação escolar. Incentivar o diálogo e o trabalho intersetorial em todas as esferas das secretarias. Garantir o acesso à terra, e a assistência técnica e extensão rural pública e gratuita com a realização periódica do mapeamento da produção agropecuária local, atualizando as informações a respeito do perfil da agricultura municipal. E instituir grupos de trabalho, observatórios e plataformas online para facilitar o monitoramento e a avaliação periódica de políticas públicas em SAN.

 

 

Considerações Finais

A aproximação de dois órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, um instituto de pesquisa e uma coordenadoria técnica, conectadas com os fóruns de participação das organizações sociais (CONSEA), permitiram reunir e ampliar os conhecimentos técnicos-científicos para desvendar o estado da arte das ações, projetos e programas de políticas públicas destinadas à segurança alimentar e nutricional nos municípios do estado de São Paulo. Os resultados da análise do trabalho de levantamento de informações primárias no âmbito municipal (enquetes) permitiram a construção de um diagnóstico crítico e propositivo com o intuito de oferecer subsídios para a elaboração e/ou o aperfeiçoamento da política pública em direção uma maior aderência na construção da democratização e universalidade ao direito humano à alimentação e nutrição adequada.

 

Referência bibliográfica:

ABRAMOVAY, R. O que é fome. Coleção Primeiros Passos, Editora Brasiliense, 1983.

ANDRADE, M. C. de et al. Josué de Castro e o Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003.

ARANHA, A. V. (Org.). Fome Zero: Uma História Brasileira. Brasília, DF: Ministério Zero, volumes 1 e 2, 2010.

BRASIL. Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN). Brasília, Governo Federal, Lei no 11.346, de 15 de setembro de 2006. Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA). Disponível em: http://www4.planalto.gov.br/consea/conferencia/documentos/lei-de-seguranca-alimentar-e-nutricional. Acesso em maio de 2023.

BRASIL. Regulamenta a Lei no 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN. Decreto N° 7.272 de 25 de Agosto de 2010. CONSEA). Disponível em: http://www4.planalto.gov.br/consea/conferencia/documentos/lei-de-segura…-

nutricional. Acesso em maio de 2023.

CASTRO, Josué de. Geografia da fome. O dilema brasileiro pão ou aço. Rio de Janeiro: Edições Antares, 10ª. Edição, 1984.

Instituto de Terras do Estado de São Paulo. Ações. Governo de São Paulo. Disponível em: https://www.itesp.sp.gov.br/. Acesso em: maio de 2023.

MALUF, R.S. Política dos alimentos e participação social no Brasil: alcance de um campo contra-hegemônico. in SCHUBERT, M.N et al. Desafios e tendências da alimentação contemporânea. Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: Editora UFRGS, 2023.

MALUF, R. S. (Coordenador). II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil. II VIGISAN: relatório final. Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar – Rede PENSSAN. São Paulo, SP: Fundação Friedrich Ebert: Rede PENSSAN, 2022. Disponível em: https://olheparaafome.com.br/. Acesso: abril de 2023.

MALUF, R. S., MENEZES, F. VALENTE, F. Contribuição ao Tema da Segurança Alimentar no Brasil. Revista Cadernos de Debate, Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação, UNICAMP, Vol. IV, Campinas, 1996. Disponível em: https://sswm.info/sites/default/files/reference_attachments/MALUF%20et%20al%20(1996).pdf. Acesso: abril de 2023.

PEDROTTI, F.; OLIVEIRA E SILVA, D. Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil: ontem, hoje e o amanhã. Revista Alimentação e Cultura das Américas. RACA. ago./dez, 2022; 3(2):147-175. Disponível em: https://raca.fiocruz.br/index.php/raca/article/view/135. Acesso: maio de 2023.

RAMOS, S. de F.; VEGRO, C. L.; COELHO, P. J. Cenário Atual Dos Conselhos Municipais De Segurança Alimentar E Nutricional Em São Paulo: Recomendações Iniciais Na Perspectiva Da Economia Agrícola. Informações Econômicas, SP, v. 48, n. 1, jan. /mar. 2018. Disponível em: http://www.iea.sp.gov.br/ftpiea/ie/2018/tec1-1.pdf. Acesso: agosto de 2023.

SÃO PAULO. Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo: principais ações. São Paulo, SAA-SP, 2023. Disponível em: https://www.agricultura.sp.gov.br/principais-acoes. Acesso: abril de 2023.

SÃO PAULO. Diagnóstico paulista sobre conselhos municipais de segurança alimentar e nutricional: ações prioritárias na perspectiva econômica. SÃO PAULO: CONSEA-SP, CODEAGRO, IEA, APTA, SAA, dezembro de 2017. Disponível em: https://codeagro.agricultura.sp.gov.br/uploads/arquivos/diagnostico-paulista-consea-iea.pdf. Acesso: abril de 2023.

SILVA, S. P. A Trajetória Histórica Da Segurança Alimentar e Nutricional Na Agenda Política Nacional: Projetos, Descontinuidades e Consolidação. Texto para Discussão. Rio de Janeiro, Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), abril de 2014. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/3019/2/TD_1953_Sum%c3%a1rio_executivo.pdf Acesso: abril de 2023.

 

[1] Vanuzia de Souza Teixeira, ex-coordenadora da Coordenadoria de Segurança Alimentar (COSALI), Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo (SAA/SP).

Share your ideas or questions with the authors!

Did you know that the greatest stimulus in scientific and cultural development is curiosity? Leave your questions or suggestions to the author!

Sign in to interact

Have a question or suggestion? Share your feedback with the authors!

Institutions
  • 1 Instituto de Economia Agrícola
  • 2 Secretaria de Desenvolvimento Social
  • 3 Secretaria de Agricultura e Abastecimento
Track
  • The Construction of SAN Research: Assessments, Methods, and Indicators
Keywords
diagnóstico
políticas públicas
governos municipais