Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!O referido projeto tem a finalidade de promover uma campanha de prevenção ao papilomavírus humano (HPV) através da ampliação da cobertura vacinal, com ações que têm o intuito de levar informações de forma dinâmica e auxiliar na conscientização e prevenção do vírus, desmistificando estigmas sociais presentes na sociedade.
O HPV é um vírus que possui mais de 100 tipos, que se instala na pele e em mucosas, sendo sua principal forma de transmissão por meio da relação sexual. Mas raramente, pode acontecer também pelo contato com as mãos, objetos ou roupas de uso pessoal contaminados e de mãe para filho, durante o parto. Ele não atinge somente mulheres, como também homens e crianças de ambos os sexos, e pode causar diversas doenças, como verrugas e lesões na região genital, além de tumores na boca, garganta, vulva, pênis, ânus e no colo do útero, este que mata cerca de 6.000 mulheres por ano.
A vacina contra o HPV existe há 10 anos e é adotada por mais de 100 países como estratégia de imunização de crianças e adolescentes entre 09 e 14 anos, haja vista que nessa idade possui uma melhor resposta, mas a adesão é muito baixa segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Sob essa ótica, vem sendo constantemente enfatizado que estão sobrando doses de vacinas nas Unidades Básicas de Saúde, além da falta de informação a respeito da vacina contra o HPV, principalmente por parte de órgãos que lidam diretamente com esse público, como as escolas. Soma-se ainda o elevado índice de Fake News e o estigma social a respeito da vacina ainda presente na sociedade.
Em virtude dos dados expostos, é notável as consequências da falta de vacinação para as crianças e adolescentes, visto que o início da vida sexual de crianças e adolescentes tem se tornado cada vez mais precoce. Nessa perspectiva, o presente projeto irá contribuir para o fortalecimento da política pública de saúde, isso porque a educação é o caminho, e através da conscientização da sociedade e dos responsáveis por crianças e adolescentes sobre os benefícios da vacina contra HPV, bem como sobre atitudes que se configuram como fatores de riscos para doenças sexualmente transmissíveis, torna-se possível desmistificar o tabu em torno da prevenção do HPV.
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