Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
O gênero conhecido como “choro” passou por diversas adaptações, desde o desenvolvimento de suas matrizes ligadas à música europeia e africana até sua recente modernização. Tendo sua primeira grande escola de violão nas obras de Aníbal Augusto Sardinha (Garoto), João Pernambuco e nos arranjos de Dilermando Reis, o gênero seria resgatado e ainda mais desenvolvido, após a crescente abertura para a música popular dentro das universidades e conservatórios. Por esta razão, é importante avaliar que o choro passou de uma manifestação musical popular coletiva para desenvolver uma natureza expositiva. A partir de então, seu estudo e significativa modernização fez com que ele fosse levado a novos níveis de riqueza e complexidade, resultando em uma valorização quase apenas acadêmica. O objetivo do projeto Cordas Vivas é apresentar o choro ao público interno e externo da universidade, visto que este ainda não está familiarizado com esse tipo de repertório, por meio de peças de violão instrumental brasileiro. Portanto, esse projeto foi idealizado para conquistar um resgate na qualidade popular do choro, apresentando peças consagradas de violão solo, desde seus primeiros compositores até seus mais notáveis e recentes adeptos. O processo do grupo, consiste em estudar as músicas, tanto harmonicamente quando melodicamente, para em seguida, desenvolver arranjos que consigam ao mesmo tempo contemplar a linguagem do gênero, do formato e sem abandonar as características de sua formatação original, ou seja, do violão solo. O projeto ainda está em andamento, e o grupo também tem realizado algumas apresentações pelo campus, divulgando sua proposta.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo