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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!Pressão Mínima de Miscibilidade (PMM) é a menor pressão em que o fluido de reservatório e o gás de injeção são miscíveis entre si dadas as condições de temperatura e pressão. a magnitude dessa propriedade é informação importante pois indica a condição operacional para injeção de gás em um projeto de recuperação melhorada. Em grande parte dos casos é desejável injetar gás com pressões superiores à PMM para recuperar mais petróleo. Por outro lado, a pressão de injeção não deve ser muito acima da PMM por conta de gastos desnecessários de compressão. Existem alguns métodos experimentais para obtenção da PMM. o presente trabalho mostra uma comparação entre os métodos em termos das vantagens, desvantagens e desafios inerentes a cada tipo de teste. Resultados para 3 métodos (teste de inchamento, tensão interfacial evanescente e método aumento rápido de pressão) usando sistemas modelo são apresentados e comparados entre si e com resultados reportados na literatura. Três fluidos modelo foram testados (pentano, decano e uma mistura equimolar de n-heptano e n-dodecano) com dois gases (CO2 e CH4) em duas temperaturas, 60°C e 80°C. a obtenção da Pressão Mínima de Miscibilidade a Primeiro Contato (PMMPC) foi realizada utilizando dois métodos distintos: i) Tensão Interfacial Evanescente e ii) Teste de Inchamento. Os dois métodos mostraram resultados bastante semelhantes, demonstrando a consistência dos mesmos. o método alternativo “Aumento Rápido de Pressão” foi pouco efetivo na determinação da Pressão Mínima de Miscibilidade a Múltiplos Contatos (PMMMC) pois o mesmo não se mostra rigorosamente definido. Por exemplo, não se tem uma convenção a respeito da proporção entre líquido e gás na mistura em teste. Os resultados de PMM por diferentes técnicas mostram uma forte dependência com a temperatura, a massa molar do líquido e do gás de injeção utilizados. Quanto maior a massa molar do fluido, maior a PMM e para ensaios com CO2, a PMM aumentou com o aumento da temperatura. Já para ensaios com CH4, observou-se o contrário, ou seja, a PMM diminuiu com o aumento da temperatura.
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