ESCOLA, CULTURA E IDENTIDADE NA EDUCAÇÃO DO CAMPO
O presente tem como objeto refletir sobre a relação entre escola, cultura e identidade na educação do campo. Tem como objetivo sistematizar aspecto da Educação do Campo frente a complexidade do espaço rural. Assim, este pequeno estudo, fruto de debates e análise dos textos aplicados à disciplina de Educação do Campo, no curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, bem como através do fato de integrar o Grupo de Estudos em Educação, Etnia e Economia Solidária – GEPeeeS, quer oferecer ao leitor uma visão panorâmica destes conceitos que permeiam a discussão sobre a educação no meio rural, bem como levantar às palpadelas, um debate sobre currículo e formação de professores para atuarem no meio rural. O espaço atual da educação do campo deve servir como ação de contra hegemonia ao capital explorador. Surgiram ao longo do processo diversos movimentos sociais rurais, criados na tentativa de implementar uma educação do campo que realmente atendesse aos interesses das classes populares, na busca da real mudança das relações politicas e sociais brasileiras. Faz-se necessário mencionar que acostamos esse trabalho em diversos teórico, dentre as quais: Caldart (2000), Molina (2012), Tardim (2012), Freire (1970) e assim iniciamos a construção de um estado da arte. Resultado pode-se buscar materializar o espertar das consciências em direção a uma compreensão estrutural da sociedade capitalista para além de um discurso progressista, onde os movimentos e grupos organizados responsabilizam-se pela construção de modelos pedagógicos diferentes aos habituais valorizando, outrossim a cultura local popular e tudo que a constitui.