Quantas vezes se pode matar uma mulher morta? Mulheres com deficiência e a cobertura jornalística sobre seus feminicídios

Vol 14, 2024 - 315866
Comunicações Livres
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Resumo

Por meio da análise dos feminicídios de Helen da Silva Araújo, Margarida Ferreira Muniz Medeiros, Raimunda de Souza Santana, Thalia Ferraz e Viviane Silva, busca-se entender como suas histórias são retratadas na imprensa, e como o fato de serem mulheres com deficiência interfere na forma como suas mortes são enquadradas. A partir da metodologia de Análise da Cobertura Jornalística, desenvolve-se um instrumento de pesquisa que estuda quatro notícias de cada uma dessas mulheres, totalizando 20 matérias, que são investigadas por meio de uma perspectiva feminista interseccional. Os resultados indicam revitimização, violências simbólicas, capacitismo, misoginia e baixa densidade informativa na cobertura.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal de Minas Gerais
  • 2 Universidade Federal de Ouro Preto
Eixo Temático
  • 1. Jornalismo, narrativa e produção de sentido
Palavras-chave
Feminicídio
Deficiência
Violência de Gênero
Jornalismo
Capacitismo