Língua viva e língua imaginária
Publicação: LEITURAS MATERIALISTAS DE LÍNGUA: O “DIZER” DO COTIDIANO ENQUANTO CONSTITUTIVO DA IDENTIDADE DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS
Parabéns pelo belíssimo trabalho, Rubia!!!! Gostaria de te desafiar a falar um pouco mais, durante o debate, amanhã, acerca das noções de "língua viva" e "língua imaginária", as quais encontram-se em rota de colisão, especialmente quando a gente atenta para a resposta do entrevistado à questão : "Você se considera um bom falante da língua portuguesa"?
Obrigada.
Referência e a redação escolar como gênero discursivo
Publicação: O ENSINO DE TEXTO ARGUMENTATIVO NO BRASIL E A IDEOLOGIZAÇÃO DAS TÉCNICAS LINGUÍSTICO-COGNITIVAS
Receba meus parabéns pelo trabalho forte e relevante, Luciano!
Inicialmente, gostaria de te pedir a referência do teu trabalho, o de 2019, no qual você reporta à redação escolar como "modelo de raciocínio lógico, forma de expressão das ciências e não das artes, dotada de reflexo e não de refração."
Gostaria também de te ouvir acerca do que você pensa do que alguns autores propõe da redação escolar (dissertação do tipo ENEM) como gênero discursivo - "gênero redação escolar", haja vista que, bem ou mal, cumpre uma função histórico-social (cristalizada, já, inclusive), de preparo (ainda que técnico) para a escrita e como decorrência possível, de acesso ao ensino superior.
Relação entre narratividade e memória.
Publicação: À sombra de Franco: retalhos, costuras e suturas da memória histórica espanhola
Parabéns pelo belíssimo trabalho, Matheus! Gostaria de te ouvir falar, no debate, sobre como se dá a relação entre a constituição de uma narratividade nos livros didáticos, no termos de Peled-Elhanan (Ideologia e propaganda na educação) e a sedimentação de uma memória, nos termos de Pêcheux (O papel da memória).
Tradução-Leitura-Interpretação
Publicação: O que a tradução pode nos ensinar sobre a interpretação: uma análise de The Handmaid's Tale
Oi, Laís, estou escutando seu trabalho encantada! Parabéns! A tradução não é meu campo de estudos, e aprendi um monte com sua pesquisa! Também me instigou muito sua análise acerca da opacidade do sentido na tradução do pronome "They", ambiguamente traduzido por eles e elas, e autorizado pela língua de partida. Aí, na sua análise você traz o seguinte comentário: Na tradução de Serra, quem seriam "elas" , seriam as esposas? Na tradução de Deiró, quem seriam "eles" ? Seriam todos aqueles que estão em posição de superioridade? Engloba as esposas também? Você produziu, aí, um gesto que não é só de análise mas também de leitura. E aí fiquei pensando na co-participação do leitor na produção de sentidos nesses espaços intervalares e opacos que abrem para a interpretação no campo da tradução. Você poderia falar um pouquinho sobre isso?
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