This paper was published through Galoá and has a deposited DOI. To cite this paper, use one of the standards below:
In case you are one of the co-authors and want to register this paper in your Lattes, use the following code: doi > 10.17648/htbr-2021-125081
If you've NEVER registered a DOI in your Lattes, check our tutorial!Please log in to watch the video
Log inIntrodução: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é especializada em pacientes com instabilidade, logo deve reunir Equipamentos Médicos Assistenciais (EMA) para suporte avançado de vida, diagnóstico e monitorização. Alarmes inconsistentes são aqueles que, quando disparados, representam mau funcionamento do EMA ou não se remetem a nenhuma alteração fisiológica importante. Fadiga de alarmes se refere ao grande número de alarmes que encobre os clinicamente significativos, acarreta sobrecarga sensorial e dessensibilização da equipe, reduzindo estado de alerta e confiança na urgência dos alarmes, levando a falta de resposta. Parametrização é uma estratégia para reduzir alarmes inconsistentes e corroborar para vigilância e segurança. Os objetivos do estudo são: iidentificar e classificar os alarmes sonoros de variáveis hemodinâmicas disparadas pelo monitor multiparâmetros, antes e após a intervenção de parametrização dos valores limítrofes dos alarmes. Material e Métodos: Abordagem quantitativa, delineamento quase experimental, estudo de avaliação antes e depois, técnica de coleta de dados observação não participante em uma UTI, por 60 h. Os participantes do estudo foram os profissionais de enfermagem. Produção de dados dividida em dois momentos: 1º momento de caracterização dos pacientes e 2º momento de descrição dos alarmes (fase pré e pós parametrização). Análise dos dados com cálculo da razão de chance (OR). Resultados: Durante as fases pré e pós, 87 pacientes foram contabilizados e 42 (48%) encontravam-se com no mínimo um alarme desligado. Na fase pré, registraram-se 513 alarmes, 428 (83,4%) inconsistentes, 497 (124 alarmes fatigados e 373 perdidos) não atendidos pela equipe de enfermagem. Na fase pós, registraram-se 438 alarmes, 330 (75.3%) inconsistentes, 423 (90 alarmes fatigados e 333 perdidos) não atendidos. A OR para alarmes fatigados e alarmes consistentes é de 1.2 para o primeiro evento e 0.5 para o segundo. Conclusão: Primeiro passo ao mapeamento da fadiga de alarmes, assim como da usabilidade de equipamentos. Mapeamento que subsidiará posterior capacitação da equipe, adoção de protocolo e rotina referentes à parametrização e usabilidade, que irão concorrer no correto raciocínio clínico na tomada de decisão dos profissionais, favorecendo a vigilância do paciente e consequentemente sua segurança.
With nearly 200,000 papers published, Galoá empowers scholars to share and discover cutting-edge research through our streamlined and accessible academic publishing platform.
Learn more about our products:
This proceedings is identified by a DOI , for use in citations or bibliographic references. Attention: this is not a DOI for the paper and as such cannot be used in Lattes to identify a particular work.
Check the link "How to cite" in the paper's page, to see how to properly cite the paper