Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
Caso você seja um dos co-autores e queira cadastrar esse trabalho no seu Currículo Lattes, use o seguinte código: doi > 10.17648/paulofreire-2018-89691
Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!Cartas sempre foram um gênero textual corrente entre intelectuais e literatos para divulgar ideias, dialogar e debater com pares do mesmo tempo histórico. As cartas, como memórias, têm sido fonte documental relevante para revelar aspectos e pensares não conhecidos do público. O advento de tecnologias digitais instantâneas tirou o privilégio e a sedução que exerciam sobre pesquisadores, no tratamento e compreensão desses achados. Paulo Freire não fugiu à regra: escreveu muitas cartas e até mesmo usou o gênero como forma de disseminar ideias, em livros. O presente texto usa o gênero — como escrita ordinária — para resgatar memórias de uma pesquisadora que viveu alguns momentos com Freire e partilhá-las com professoras e professores.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo