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O diagnóstico Síndrome Febril Aguda Indiferenciada (SFAI) representa um grande desafio para os trabalhadores da área da saúde devido à grande quantidade de agentes etiológicos associados à síndrome. Dentre eles o maior causador é o vírus dengue (DENV 1-4), mas no Brasil também existe a co circulação de outras arboviroses como os vírus zika e chikungunya como também de outros vírus como influenza, HIV e SARS-CoV-2 (Brasil, 2022, LUVRIA et al., 2019, HOT et al., 2007). A dengue é considerada a doença infecciosa que apresenta maior impacto mundial em termos econômicos de mortalidade e morbidade e sua incidência aumentou mais de 30 vezes desde a década de 1970 (Guha-Sapir & Schimmer, 2005). Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi definida pela OMS como uma pandemia e em 26/02/20 no Brasil o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de COVID-19 em São Paulo (PAHO, 2020). A COVID-19 e a dengue apresentam semelhanças clínicas como os sinais e sintomas no início da infecção, podendo dificultar o diagnóstico baseado em apenas critérios clínicos e epidemiológicos. A técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) é considerada o padrão ouro para o diagnóstico de DENV e SARS-CoV-2.
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