PROFESSOR-FAVELA, FAVELA-PROFESSOR

Vol 2, 2019. - 107091
Sessões de Diálogos
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

O Colégio Municipal Botafogo fica num complexo petroperiférico (conjunto de favelas) que possuem mazelas que contrastam com a riqueza produzida na cidade conhecida como a Capital Nacional do Petróleo (Macaé). É importante perceber, as tensões e conflitos provocados pelo contexto de desigualdade social. Vislumbramos fazer uma leitura compreensiva da estrutura desta escola na tríade, “escola, problemática social e conhecimento”, nas práticas pedagógicas cotidianas. É preciso estar atento para não reproduzirmos preconceitos que venham pensar a escola de periferia e seus atores numa ótica dominante; como excluídos. Acreditar na escola popular e possível é crer nos seus sujeitos como atores no processo de constituição desta escola de petroperiferia. Sabemos que estamos diante de índices de repetência, evasão, fracasso escolar, além estarmos numa petroperiferia violenta que poderiam nos levar a definir a impossibilidade da escola, nos levando a negar o “saber” que está lá no cotidiano da vida dos atores, desafiando-nos a usar de táticas para revelar este conhecimento. Faz-se necessário ouvir as histórias dos sujeitos da comunidade escolar e local, acreditando nas narrativas e memórias buscando compreender os usos e maneiras de fazer em especial dos professores e professoras docentes no segundo segmentos do ensino fundamental. É possível um currículo alternativo para a especificidades das escolas de favela? PALAVRAS-CHAVE: Professores, petroperiferia/favela, cotidiano escolar.

Instituições
  • 1 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO / COLÉGIO MUNICIPAL BOTAFOGO / PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAÉ
Eixo Temático
  • 2. Cotidiano e práticas educativas
Palavras-chave
Professores
petroperiferia/favela
Cotidiano Escolar