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Objetivos: Avaliar o seguimento de mulheres rastreadas que apresentaram resultado mamográfico alterado (Birads 4 e 5), em Minas Gerais Métodos: Foram utilizados os dados do SISMAMA módulos mamografia (2010) e histopatologia (2010 e 2011). Todas as mamografias classificadas como alteradas foram selecionadas e relacionadas com as biópsias realizadas. A preparação das bases de dados foi realizada no software R e o relacionamento, fundamentado na técnica de relacionamento probabilístico de registros, foi realizado no software Reclink III. Resultados: Em Minas Gerais, no ano de 2010, 498.605 mamografias foram registradas no SISMAMA. Após retiradas as duplicidades, identificaram-se 5858 (1,2% do total) classificadas como BIRADS 4 ou 5. No mesmo ano e local, foram registradas 1972 biópsias que representaram 33,7% das mamografias alteradas, sendo realizada a confirmação diagnóstica de 646 (11%) novos casos de câncer de mama. Após a realização do linkage no SISMAMA, observamos dentre as 5858 mulheres que necessitavam de biópsia, que apenas 199 foram encontradas no registro de biópsias em 2010 e 78 em 2011, que representaram 4,7%. Conclusões: Diante dos resultados torna-se necessária investigação das possíveis causas do baixo percentual de realização de biópsia em mulheres com mamografias que sugerem alterações características de neoplasia da mama, apontando para uma baixa efetividade do programa de rastreamento.