HIPERTENSÃO ARTERIAL COMO PREDITOR DE MORTALIDADE EM PESSOAS DIAGNOSTICADAS COM HIV/AIDS.

Vol. 3 2024 - 201594
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Resumo

Introdução: A hipertensão arterial, condição crônica não transmissível associada a maior risco cardiovascular e mortalidade, é frequente em pacientes com HIV/AIDS. Objetivo: Investigar a relação entre diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistêmica como preditor de mortalidade em pessoas diagnósticas com HIV/AIDS. Trata-se de um estudo longitudinal realizado em um Centro de Atendimento Especializado (SAE/CTA) em município de médio porte no Estado do Paraná. Método: Foram acompanhados 1207 pessoas diagnosticas com HIV/aids no período de 2002 a 2024. Os dados foram obtidos por meio dos prontuários. As variáveis de interesse para o estudo foram as sociodemográficas e clínicas. A partir dos dados foi verificado a prevalência de hipertensão arterial no diagnostico de HIV/AIDS e elaborados curvas de sobrevida utilizando método de Kaplan Meyer. Resultados: 13,1% dos pacientes tinham hipertensão no momento do diagnóstico de HIV/AIDS. O perfil predominante foi de homens, brancos, casados, heterossexuais com transmissão sexual. Dos 52 óbitos, 30,77% ocorreram em pacientes hipertensos (p= 0,0003). A análise de sobrevida mostrou que os hipertensos apresentaram menor sobrevida, com diferença estatisticamente significativa (p

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Eixo Temático
  • Epidemiologia das doenças transmissíveis