COBERTURA VACINAL DOS TRABALHADORES/AS DE SAÚDE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA E MÉDIA COMPLEXIDADES

Vol. 3 2024 - 202652
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Resumo

Objetivo: Estimar a cobertura vacinal dos trabalhadores da saúde da atenção primária e média complexidade de municípios do interior da Bahia. Metodologia: Estudo transversal incluindo 1635 trabalhadores da saúde dos serviços de atenção primária (APS) e média complexidade, realizado em 2019. Foram analisadas variáveis demográficas, socioeconômicas e histórico vacinal. Resultados: Os resultados apontam que 82,1% (n= 1645) dos participantes haviam recebido a vacina da BCG, 65,2% (n = 939) da hepatite B, 50,3% (n = 710) da febre amarela (FA), 54,9% (n= 745) da rubéola, sarampo e caxumba (SCR), 30,8% (n= 451) da difteria e tétano (dT) e 82,1% (n= 1645) da influenza. Porém a cobertura vacinal foi de 81,3% para BCG, 65,2% para as três doses da vacina hepatite B, 88,2% para FA, 54,9% para duas doses da SCR, 71,9% para três doses ou mais da dT e 82,1% para vacina da influenza. Além disso, alguns problemas identificados merecem destaque, como 16% (n = 264) de receio da vacinação e 3% (n = 50) de ausência do cartão vacinal. Conclusão: As doses de vacinas recomendadas para adultos estão abaixo do considerado uma cobertura vacinal adequada, com destaque para as vacinas hepatite B e SCR. Recomenda-se a realização de mais estudos para uma melhor compreensão dos impactos dos fatores que podem estar relacionados à baixa cobertura vacinal, bem como o incremento de atividades estratégicas, como a educação em saúde, para aumentar essas coberturas.

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