Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Objetivos: descrever as principais causas associadas a mortalidade neonatal no estado de Santa Catarina nos anos de 2018 e 2019. Métodos: foram estudados 688 óbitos e 100.434 nascimentos em 2018 e 690 óbitos e 98.885 nascimentos em 2019, com dados do Sistema de Informação de Nascidos Vivos e do Sistema de Informação de Mortalidade. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Unisul. Trata-se de um estudo observacional de delineamento transversal, que utilizou a epidemiologia descritiva para apresentação dos dados. Resultados: o estudo mostrou taxas de mortalidade neonatal de 6,85/1.000 nascidos vivos e 6,98/1.000 nascidos vivos em 2018 e 2019, respectivamente. Dentre as principais causas de mortalidade destaca-se “Feto e recém-nascido afetados por afecções, não obrigatoriamente relacionadas com a gravidez atual maternas” com 10,23%, “Septicemia bacteriana do recém-nascido” com 9,21% e “Transtornos relacionados com a gestação de curta duração e peso baixo ao nascer” com 6,73 %, tornando evidente a carência pela melhor cobertura de pré-natal e assistência ao parto. Conclusões: Santa Catarina apesar de apresentar as menores taxas de mortalidade neonatal do Brasil ainda precisa ampliar sua atenção para os cuidados associados ao pré-natal e investir em prevenção, apresentando desafios semelhantes a outras regiões brasileiras.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo