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Objetivos: Descrever características clínicas e determinar os Coeficientes de Incidência (CI) de dengue, zika e chikungunya. Método: Estudo ecológico de série temporal. Os dados foram obtidos no Sistema de Informação sobre Agravos de Notificação (SINAN) da Vigilância Epidemiológica de Ribeirão Preto-SP, entre 2013 e 2019 e analisados por estatística descritiva. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar. Resultados: Sobre os sinais clínicos, destacam-se febre em 81,14% dos casos de dengue em 2019; mialgia em 87,5% dos casos de chikungunya em 2018. Em 2016, 89,83% e 55,98%, respectivamente, dos casos de dengue e zika foram confirmados por critério clínico-epidemiológico; e, em 2017, 88,54% dos casos de chikungunya confirmados laboratorialmente. Quanto ao CI, destacou-se 2016 para dengue e zika, apresentando, respectivamente, 5257,08 casos/100.000habitantes e 153,62 casos/100.000habitantes; em 2017, o CI de chikungunya foi de 6,45 casos/100.000habitantes. Conclusões: As semelhanças clínicas dessas arboviroses são um desafio para a realização de um diagnóstico clínico correto. Quanto ao CI das arboviroses, evidenciou um comportamento cíclico especialmente da dengue, que pode ser influenciado por fatores climáticos, de infraestrutura, mudanças sociais e demográficas, além da interação da tríade vetor, hospedeiro e vírus.
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