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Objetivos: verificar a associação da orientação sexual com o grau de ansiedade segundo a escala de Beck II. Métodos: Estudo quantitativo, realizado em Fortaleza (CE) em 2019. A amostra foi composta por 199 estudantes regularmente matriculados no curso de Enfermagem de uma universidade pública. A coleta de dados foi feita por meio de um questionário estruturado de autoria própria e do Inventário de Ansiedade de Beck. A tabulação e o cruzamento da variável foram feitos pelo programa SPSS. A variável preditora foi a orientação sexual e a variável desfecho foi a ansiedade. Os aspectos éticos foram respeitados. Resultados: Dentre os entrevistados, 137 (68,8%) são adultos jovens, na faixa etária de 20 a 24 anos, e 164 (82,4%) identificam-se como do gênero feminino. Quanto ao grau de ansiedade avaliado pela Escala de Beck II, 73 (38%) possuem ansiedade moderada, sendo 67 héteros e 6 não-héteros, enquanto 119 (62%) possuem ansiedade grave, dos quais 90 são héteros e 19 não-héteros. Ao realizar o teste de chi-quadrado de Pearson, verificou-se que a orientação sexual possui associação estatisticamente significante (p=0,005) com o grau de ansiedade segundo a escala de Beck II. Conclusões: Portanto, conclui-se que há associação estatisticamente significante entre orientação sexual e ansiedade moderada e grave, segundo a escala de Beck II, entre acadêmicos de uma universidade pública.
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