MORTALIDADE DE CASOS COM SÍFILIS CONGÊNITA NO ESTADO DE SÃO PAULO

Vol 2, 2021 - 142617
Pôster Eletrônico - PE51 - Vigilância epidemiológica e vigilância em saúde (TODOS OS DIAS)
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Resumo

Objetivo: investigar a mortalidade de casos com sífilis congênita (SC) de menores de um ano no estado de São Paulo, no período de 2007 a 2018. Métodos: estudo descritivo com dados secundários. Foi organizada base integrada do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) por meio das técnicas de linkage determinístico e probabilístico através de fonetização e comparação de strings pelo método Jaro Winkler & Levenshtein. Realizou-se blocagem com as variáveis “nome da mãe” e “data de nascimento” dos casos com SC e dos óbitos com causa básica (CB) ou menção de SC. Foi considerado caso de óbito aquele que constasse SC em qualquer linha de causa de óbito do SIM ou no campo evolução do SINAN. Adicionalmente, realizou-se busca ativa nas regionais de saúde dos registros dos casos não pareados. Resultados: a BD final compôs-se de 27.713 casos dos quais 1.764 (6,4%) tiveram como desfecho o óbito (fetal e não fetal), desses foram pareados 1.346 casos. Após a investigação nas duas BD observou-se: 301 óbitos não fetais com SC, 163 óbitos não fetais por outras causas e 882 óbitos fetais com SC. Anteriormente, apenas 80 óbitos não fetais e 175 óbitos fetais estavam registrados no SIM com CB de SC. Conclusões: a vinculação de BD de casos e óbitos permitiu o aprimoramento de dados cujo principal ganho foi a redução da subenumeração de óbitos com SC.

Eixo Temático
  • Vigilância epidemiológica e vigilância em saúde