Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Objetivos: classificar pacientes chagásicos com a forma digestiva segundo a classificação do megaesôfago e do megacólon proposta por Rezende (1982) e Silva (2013), respectivamente, associando com variáveis demográficas, clínicas e de utilização de serviços de assistência em saúde. Métodos: estudo com base em dados secundários provenientes de prontuários de portadores de Doença de Chagas digestiva, munícipes de Uberlândia-MG, atendidos e acompanhados no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia entre março de 2018 e março de 2020. Resultados: foram analisados 156 prontuários. Dentre estes, 99 (63,5%) eram pacientes com a forma cardiodigestiva. Houve predominância de pacientes do sexo feminino (81; 51,9%) e a média de idade foi de 68,5 ± 11,10. Entre os pacientes de megaesôfago, 63 (51,6%) foram classificados nos grupos III e IV. Entre os pacientes de megacólon, 12 (21,8%) foram classificados no grau III. O maior número de internações (p=0,02; OR=3,71) e de dias internados (p<0,01; OR=3,30) foram associados aos pacientes classificados nos grupos III e IV de megaesôfago. O sexo masculino (p=0,02), maior número de internações (p<0,0001) e de dias internados (p<0,0001) foram associados aos pacientes classificados no grau III de megacólon. Conclusões: A Doença de Chagas em formas mais graves demanda atenção em serviço especializado. No entanto, para quadros clínicos não graves, os casos devem ser acompanhados, majoritariamente, no âmbito da atenção primária, evitando a sobrecarga nos níveis de média e alta complexidade e atingindo grupos alvo mais vulneráveis, como o sexo masculino.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo