DISTRIBUIÇÃO DE CÓDIGOS GARBAGE EM SANTA CATARINA: REGIÕES DE SAÚDE, 2015-2019.

Vol 2, 2021 - 142424
Pôster Eletrônico - PE48 - Sistemas de informação em saúde (TODOS OS DIAS)
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Resumo

Objetivo: Descrever a utilização regional de códigos garbage (CG) em Santa Catarina, durante o período de 2015 a 2019. Métodos: Os valores referentes aos óbitos foram coletados a partir do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). O número de habitantes em Santa Catarina e em suas regiões de saúde foram obtidos a partir da estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As variáveis estudadas foram sexo, ano de ocorrência, faixa etária, região de saúde de residência, capítulo da CID-10 e população por região de saúde. Resultados: 27,8% dos óbitos estaduais foram registrados com CG. Dentre as regiões, a Planalto Norte apresentou taxa de 33,8%, e a Alto Uruguai, 20,5%, sendo estes os extremos percentuais do estado. 51,1% dos óbitos foram de indivíduos masculinos. A partir da faixa de 15 a 19 anos, a proporção de registro de óbitos com CG aumentou até a última faixa etária. Não houve padrão populacional quanto uso de CG. Os capítulos da CID-10 mais utilizados dentre os CG foram o foram o IX e X, representando 42,6% e 21,3% dos casos. Conclusão: Santa Catarina teve um uso médio de CG de 27,8%. Destes óbitos, 51,1% foram de indivíduos masculinos. 63,9% foram registrados com os capítulos IX e X da CID-10. Em adultos, houve aumento do uso de CG com o aumento da idade. As taxas de CG regionais tiveram valores a partir de 20,5%, no Alto Uruguai, até 33,8%, no Planalto Norte. Não se observou um padrão relativo ao número de habitantes.

Eixo Temático
  • Sistemas de informação em saúde