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Objetivos: Objetiva-se com esse estudo descrever os gastos das internações hospitalares na rede pública por arboviroses no município de Fortaleza-Ceará, no período de 2017 a 2019. Métodos: Optou-se por um estudo descritivo, obtidos a partir de dados secundários. A população foi composta por pacientes hospitalizados acometidos por arboviroses (dengue, chikungunya e zika). Os dados foram extraídos do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde(SIH/SUS), a partir das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH). As variáveis de interesse foram: frequência, tempo de permanência, valor total. Os valores passaram por atualizações por meio do Indice Geral de Preço do Mercado (IGP-M). Resultados: Foram analisados 2.094 hospitalizações pelo SIH-SUS no período de 2017 a 2019 no município de Fortaleza para as três arboviroses. Destes, 2017 foi o ano com maior números de casos de internações (1.149) por arboviroses, sendo o maior acometimento por dengue. Nos três anos estudados, os gastos calculados foram de R$ 880.972,14. A permanência hospitalar varia em torno de 5 dias. É notório que doenças transmitidas pelo Aedes aegypti constituem um grave problema de saúde pública. A análise demonstra a necessidade de programas de prevenção e controle do vetor de forma efetiva, repercutindo assim, nos gastos com hospitalizações, uma vez que a doença é possível ser evitada. Conclusões. Os gastos com internações hospitalares por arboviroses tem sido um grande desafio das entidades governamentais, Sistema Único de Saúde e toda sociedade. É necessário buscar estratégias eficazes e efetivas no combate ao vetor.
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