APRENDER A DOCÊNCIA DIANTE DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA: PRÁTICA REFLEXIVA, AUTONOMIA E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

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Resumo

Este ensaio discute a formação de professores diante da incorporação acelerada da inteligência artificial generativa (IAG) à educação brasileira, inserindo-se no eixo Formação de Professores e Prática Docente. Parte-se do problema de como incorporar a IAG à prática docente sem subordinar o professor à ferramenta, preservando-o como sujeito reflexivo e autônomo. O objetivo é analisar as tensões entre a incorporação instrumental da IAG e uma formação docente crítica. Metodologicamente, trata-se de estudo teórico-ensaístico, fundamentado em revisão bibliográfica de autores da formação docente, Nóvoa, García, Imbernón, Josso e Freire, e em documento da UNESCO sobre IAG. Conclui-se que os desafios da IAG são de natureza formativa, e não técnica: apenas a docência concebida como aprendizagem contínua, reflexiva e autônoma converte a IAG de ameaça à profissionalidade em objeto de mediação pedagógica crítica.

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Instituições
  • 1 Universidade do Estado da Bahia
  • 2 Universidade Federal da Bahia
Eixo Temático
  • GT – 1: FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PRÁTICA DOCENTE
Palavras-chave
Formação de professores
Inteligência artificial generativa
Desenvolvimento profissional docente