MOAGEM DE ALABASTRO UTILIZANDO MOINHOS PLANETÁRIO E A JATO: PARÂMETROS OPERACIONAIS E EFEITO DO HÁBITO CRISTALINO

Vol XXIX, 2022 - 145442
ORAL
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Alabastro é uma variedade de gipsita de alta pureza ainda pouco utilizada no Brasil. Neste trabalho, ensaios de moagem foram realizados com o objetivo de avaliar a influência do hábito fibroso do alabastro sobre o tamanho e a morfologia dos ultrafinos. Outra variedade, denominada gipsita Johnson, de hábito granular, também foi estudada. As moagens foram realizadas em dois tipos de moinhos. No planetário, o parâmetro analisado foi o tempo de moagem (entre 1 e 60 min). No moinho a jato, foram testados dois tipos de alimentadores para três faixas granulométricas entre 50 e 150 µm. Maiores fatores de redução foram obtidos com o moinho a jato; que foi explicado pela precoce aglomeração de ultrafinos no produto do moinho planetário. A função de Rosin-Rammler e um modelo empírico tempo-tamanho foram empregados para estimativa do índice de uniformidade e do limite e taxa de moagem. Constatou-se que o moinho a jato é adequado para o processamento das duas variedades de gipsita. O hábito cristalino e o caráter higroscópico das amostras foram determinantes na seleção do alimentador e da taxa de moagem.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
  • 2 Universidade Federal do Oeste do Pará
  • 3 Agência Nacional de Mineração
Eixo Temático
  • 2.Cominuição e classificação
Palavras-chave
Moagem ultrafina
Gipsita
Limite de moagem
aglomeração
DISPERSÃO