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Amostras da alimentação, do concentrado e dos rejeitos da usina da Mineração Mirabela e do minério alterado foram caracterizados usando microscopia eletrônica de varredura e programas para tratamento automático de imagens. As associações mineralógicas mostram que na alimentação e nos rejeitos as fases mais abundantes são: enstatita, olivina, serpentinito e diopsídio, no concentrado são: petlandita, enstatita, pirita e calcopirita e no minério alterado são: enstatita, outros silicatos de magnésio, magnesita e diopsídio. A liberação dos sulfetos de níquel na alimentação da usina é superior a 70% enquanto a liberação dos sulfetos de cobre é de cerca de 50%. Nos rejeitos da usina foram encontradas de 30 a 50% de sulfetos de níquel liberados e apenas 20% dos sulfetos de cobre. As partículas contendo platina estão predominantemente oclusas em partículas de sulfetos de ferro, níquel ou cobre e apresentam-se como PtAs2 ou como solução de Pt em NiTe2.
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