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Resumo

O volume expressivo de rejeitos gerados na mineração de pegmatitos e a forma como estes são estocados faz com que seu aproveitamento seja de extrema importância. Para determinar possíveis aplicações desse rejeito, a caracterização tecnológica deste material possui papel fundamental. Sendo assim, o presente estudo realizou uma caracterização química por espectrometria de raios X por dispersão de energia (EDX), mineralógica por microscopia óptica, microscópio eletrônico de varredura (MEV) e difração de raios X (DRX), física (Work Index (WI)) e citotoxicológica de material proveniente de pegmatito pertencente ao Orógeno Araçuaí. Os resultados de EDX/EDS mostraram que a amostra é quimicamente composta, dentre outros elementos, por silício, ferro e alumínio. Os minerais turmalina, quartzo, muscovita, óxidos e hidróxidos de ferro foram observados na análise de microscopia óptica. As fases cristalinas predominantes encontradas na análise de DRX foram a schorlita e o quartzo. O teste de WI mostrou que é necessária uma alta energia para cominuição da amostra. O resultado de citotoxicidade não mostrou toxicidade para fração estudada quando em menores proporções, enquanto na concentração de 1% houve redução da viabilidade celular.

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Instituições
  • 1 Instituto SENAI de Inovação em Processamento Mineral
  • 2 Centro de Inovação e Tecnologia (CIT/SENAI), Instituto SENAI de Inovação em Processamento Mineral (ISIPM)
  • 3 Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Instituto SENAI de Inovação em Biotecnologia (ISI Biotec)
Eixo Temático
  • 1.Caracterização mineral
Palavras-chave
Caracterização
Pegmatitos
rejeitos