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O grau de liberação é um dos atributos mais importantes que se objetiva determinar na caracterização de um minério, uma vez que ele impacta a eficiência das operações de concentração mineral. Sistemas automatizados de análise de imagens que combinam Microscopia Eletrônica de Varredura e Espectroscopia de Raios X têm sido usados para obtenção da liberação mineral. Estes sistemas, entretanto, baseiam-se em observações bidimensionais (2D) e, por isso, levam a significativos erros estereológicos. A microtomografia de raios X (µCT) é uma técnica de imagem tridimensional (3D) que se apresenta como uma alternativa para a obtenção da liberação de partículas micrométricas, eliminando o viés estereológico. Neste trabalho, é trazida a evolução do uso da µCT para medição de liberação mineral e mostrada sua aplicabilidade para uma bauxita metalúrgica. A técnica é de desenvolvimento recente nas indústrias de tratamento de minérios e metalurgia extrativa, e ainda há muito a ser explorado.
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