Uma exposição aberta

Vol. 1,2018 - 94514
Apresentação Oral
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Resumo

Meus Medos, a exposição aqui abordada, foi desde sua concepção mais inicial, tanto um mecanismo de aprendizagem e aplicação dos conceitos museais, quanto um fruto de trabalho coletivo. Se constituiu então de um processo, que apresentou as mais diversificadas percepções. E por ter sido assim concebida, abriu espaços para construir novas propostas de percepções e vivências, valorizando aspectos das discussões sobre os mais diversos focos temáticos e conceituais como o da curadoria colaborativa, da museologia pós-crítica, e até mesmo de autores mais consagrados nas conceituações da relação que se estabelece entre museologia Museologia e Comunicação, ou do papel que museus, e consequentemente suas exposições, desenvolvem nas perspectivas de representatividade e formação de identidade. Chamá-la de “aberta” pode parecer apenas uma forma mais simplista para caracterizar toda a conjuntura que se estabeleceu ao longo do processo expográfico; mas é essencialmente por essa característica marcadamente ampla em sua conceituação, e complexa em definição, que a potência desse resultado expositivo permanece. Da mesma forma, o próprio tema do qual tratou a exposição, os medos no ambiente universitário, exigiu com que o espaço de fala, múltiplo e diverso, fosse a principal ferramenta para a as conclusões desse produto final que representou tanto a exposição, quanto as reações do público obtidas a partir dela. A apresentação das expectativas pela representação da temática, e a obtenção das respostas confirmaram o efetivo alcance do trabalho desenvolvido dentro de todo o processo.

Instituições
  • 1 Universidade de Brasília
Eixo Temático
  • SIMPÓSIO 1 - Museologia e Ciência da Informação
Palavras-chave
Curadoria colaborativa
Museologia pós-crítica
Expografia