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Pretende-se discutir no artigo as questões de representação de minorias em museus, como foi engendrada a primeira exposição com temática Queer em Goiás e como isso pode ser entendido como um discurso expositivo. A pesquisa se deu entre 2017 e 2018 com revisões bibliográficas, consultas em arquivos digitais e pessoais e entrevistas abertas. Vai também, sugerir não haver diferenças substanciais entre a Museologia e a chamada Nova Museologia para grupos minoritários. Entretanto, hoje, os objetos cobiçados em via de negociação é o patrimônio intangível, quais sejam memorias, afetos e identidades, sendo os produtos disputados para consumo da vez. As reivindicações atendidas em parte, refletem em conflitos que reclamam novas maneiras de mediação para as causas do Patrimônio. Lançamos mão de Judith Butler, da Teoria Queer e Gayatri Spivak para pensar o lugar desses grupos no espaço museológico, os conflitos que permeiam essas relações e possíveis capturas desses grupos desviantes.
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