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A desmaterialização na Arte Conceitual e no Conceitualismo Global tem levado ao desafio de encontrar um valor para a obra conceitual que seja substitutivo ao antigo valor estético. Neste trabalho, refletiremos sobre a distinção entre valor estético e valor cognitivo no contexto da contenda entre o modernismo de influência greenberguiana e as artes conceituais/conceitualistas no século XX. Tentaremos mostrar que (1) tal distinção não é definitiva em demarcar as possibilidades da experiência artística em ambas as frontes, e que (2) mesmo nas obras conceituais, é possível encontrar algum valor estético relevante.
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