A pintura como pele

Vol 1, 2022 - 154537
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Resumo
Pretende-se refletir sobre a pintura, seu modo de existir, sua prestação estética, seus modos de engajar o espectador e de potencializar a experiência. Para tal, a fundamentação teórica será pelo pensamento da "pintura como pele" do crítico e filósofo Didi-Huberman, que permite, em termos estéticos, pensar o entrelaçamento entre espectador e obra. Como uma superfície que separa, mas é indivisível com aquilo que a toca, a pele se constitui do que há dentro (materialidade pictórica) e do que há fora (espectador). Ainda, permite refletir sobre as entranhas do quadro como carne, que nada mais é que, na ordem fenomenológica, o abismo que olha de volta o espectador, a latência — a profundidade.

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Instituições
  • 1 Universidade de São Paulo
Eixo Temático
  • 3. Criando Fendas: desterritorializações e reterritorializações epistemológicas - Artigo
Palavras-chave
Pele
Pintura
espectador
Didi-Huberman