USO DA MEMBRANA PLASMÁTICA E PAREDE CELULAR COMO ALVOS PARA NOVOS AGENTES ANTIFÚNGICOS: UMAREVISÃO

vol 5 - 94311
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Resumo

As infecções fúngicas vêm se mostrando cada vez mais prejudiciais a saúde pública devido a elevação de registros, resistência, incidência em imunodeprimidos e aos problemas medicamentosos. Este artigo tem o objetivo de verificar os recentes avanços na busca por alvos farmacológicos visando o desenvolvimento de novos antifúngicos. Uma revisão de literatura com base em artigos indexados ao Science Direct, PubMed e Scielo, publicados entre 2012 e 2017, pesquisados utilizando as palavras-chaves: fungal inhibition, antifungal therapy, antifungal target, antifungal mechanism, antifungal effect e antifungal activity. Foram relatados estruturas específicas e inespecíficas presentes na membrana plasmática e parede celular, mesmo sendo envoltórios já utilizados na clínica médica, sua complexidade permite que novos alvos sejam descobertos. Abordou-se também, alvos relacionados ao sistema redox. Nesta revisão, observou-se diferentes áreas das ciências da saúde, biologia e biotecnologia convergindo no estudo de novos agentes antifúngicos que atuem sobre alvos em diversas regiões e componentes celulares do fungo, sendo a seletividade o principal desafio. A literatura aponta uma reação da ciência ao crescimento das complicações e reforça os avanços promissores para o fortalecimento do arsenal terapêutico antifúngico.

Eixo Temático
  • Biotecnologia e Nanotecnologia em Saúde
Palavras-chave
antifúngico
alvo farmacológico
membrana celular
parede celular