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Objetivo: Analisar a relação entre robustez mental e atitudes de doping em atletas brasileiros de modalidades individuais. Métodos: A amostra foi composta por 251 atletas brasileiros praticantes de modalidades individuais, com idade de 17,3 ± 2,9 anos, sendo 90 atletas do sexo masculino e 161 do sexo feminino de diferentes níveis competitivos (internacional, nacional e estadual). Como instrumentos foram utilizados: ficha de identificação contendo informações sociodemográficas; o Robustez Mental Index (RMI) (unidimensional, variando de 1 a 7 pontos) e a Escala de Atitudes para a Melhoria de Rendimento (PEAS) (unidimensional, variando de 17 a 102 pontos), ambos validados para o contexto esportivo brasileiro. A normalidade dos dados foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk. Para analisar a relação entre a robustez mental e as atitudes para melhoria de rendimento (doping), utilizou-se o teste de coeficiente de correlação de Spearman. Os dados foram apresentados em mediana (Md) e quartis (Q1-Q3). Adotou-se para todas as análises, um nível de significância de p<0,05. Resultados: Os atletas apresentaram altos níveis de robustez mental (Md= 5,50; Q1-Q3= 4,90-6,00) e baixa propensão às atitudes de doping (Md= 36,00; Q1-Q3= 30,00-43,00). Identificou-se também, uma correlação baixa e negativa entre as variáveis (r= -0,142) (p<0,05). Conclusão: Os atletas evidenciaram altos índices de robustez mental e pouco favoráveis a atitudes ilícitas para melhoria de rendimento. O estudo apresentou dados de correlação negativa entre as variáveis, destacando que quanto maior o nível de robustez mental, menor será a propensão às atitudes para melhoria de rendimento de atletas brasileiros de modalidade individuais
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