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A roupa de proteção entra na categoria EPI (equipamento de proteção individual), tendo como finalidade garantir a segurança do usuário, protegendo-o de fatores externos que ocasionam riscos à saúde.
Normalmente, as roupas de proteção, para poderem garantir a segurança, dificilmente oferecem o conforto esperado pelos usuários se comparadas ao vestuário casual, sensação essa que se agravada pelo fato de já ser um incomodo propriamente dito ter que trabalhar em ambientes insalubres, onde o indivíduo se sente fora do seu “habitat natural”.
A realização desta pesquisa teve como proposta avaliar o conforto fisiológico em tecidos que são utilizados para a fabricação de roupas de proteção, com a finalidade de comparar tipos distintos de tecido. Os resultados mostraram que um tecido de algodão com tratamento antichama, apesar te não ter a mesma durabilidade desta funcionalidade em comparação aos tecidos com características inerentes (fibras sintéticas), proporciona maior conforto termo fisiológico ao usuário.
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