Teste de invasão em dispositivos móveis

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Iniciação Científica-Oral
  • Eixo temático: 1.2 UENF - Ciências Exatas e da Terra
  • Palavras chaves: Teste de invasão; Computação móvel; Segurança da informação;
  • 1 Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro

Teste de invasão em dispositivos móveis

José Lucio Castro Azevedo

Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro

Resumo

Com os avanços tecnológicos e da cultura de hacking, mesmo com equipes de segurança extremamente competentes, é quase impossível se criar um programa computacional sem falhas. Para eliminar ou minimizar esse defeito da segurança, o desenvolvedor usa a ideia de pensar e atuar como o atacante para descobrir as vulnerabilidades de um sistema e dessa maneira neutralizá-las antes de um ataque real. Testes de invasão ou pentest, é a simulação de ataques reais para avaliar os riscos associados a possíveis brechas de segurança em um projeto. Os pentesters não só identificam vulnerabilidades, mas também as exploram para avaliar o que os invasores poderiam obter após uma exploração bem-sucedida das falhas. Nesse contexto, o objetivo do projeto é mostrar os métodos, ferramentas e processos utilizados em testes de invasão em dispositivos móveis, sinalizando a importância destas ações para a segurança da informação. As metodologias utilizadas foram pesquisas bibliográficas, aulas com especialista, utilização de ferramentas de segurança como a proxy Burp Suit, o decompilador Jadx-gui, softwares de análise como MobSF e Qark, bem como, o kit de desenvolvimento do Android e do próprio terminal do Linux e seus comandos. O pentest, mesmo tendo vários padrões de execução, é uma atividade intuitiva e criativa. Para ambientes mobile, geralmente é seguido, mas não limitado, o previsto no padrão OWASP (Open Web Application Security Project). Primeiro é feita a engenharia reversa para a obtenção do código fonte, por meio de ferramentas como Jadx-gui. Depois é realizada a análise estática do aplicativo por métodos manuais ou até ferramentas automatizadas como o MobSF e o Qark. Por sua vez é realizada uma análise dinâmica mais aprofundada e na comunicação por meio de proxys como a Burp Suit, assim descobrindo vulnerabilidades que passaram nas duas etapas anteriores. Por último um relatório de todos os dados obtidos. O trabalho atualmente se encontra na fase de aprendizado e testes em aplicativos e cenários controlados. O próximo passo é o avanço para um cenário mais real, como o teste da segurança de aplicativos reais respeitando as limitações legais que os desenvolvedores e empresas impõe em seus programas.

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