SEGREGAÇÃO SÓCIO-ESPACIAL E VULNERABILIDADE: O SANEAMENTO BÁSICO EM ESPAÇOS URBANOS PRECÁRIOS, O CASO DA ILHA EM URURAÍ, CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ)

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Pós-Graduação-Oral
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Resumo

Esta pesquisa apresenta uma discussão da ideia de justiça ambiental e a cidade enfocando o conceito de segregação a partir do acesso à água tratada e ao saneamento básico pela população. Sabemos que a ocupação desigual do solo urbano provoca a segregação sócio-espacial e, consequentemente aumenta vulnerabilidades. A deficiência de políticas públicas habitacionais voltadas para as populações de baixa renda leva as pessoas a ocuparem áreas de risco, tornando-as mais suscetíveis a desastres. Além disso, a ausência de infraestrutura e equipamentos urbanos pode afetar diretamente a qualidade de vida, pois a falta de serviços essenciais, como a água e o esgoto intensificam as desigualdades nas cidades e podem trazer impactos diretos sobre a saúde da população. O objeto de estudo dessa pesquisa foi à Ilha localizada às margens do rio Ururaí, área de elevada vulnerabilidade física e social, que sofreu com as inundações de 2007/2008. Portanto, o planejamento urbano é um importante instrumento de ação que o poder público local dispõe para criar um ambiente urbano adequado ao desenvolvimento sócio-espacial e a melhoria da qualidade de vida, proporcionando assim, uma ocupação mais justa do território.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal Fluminense
Eixo Temático
  • 16 PPG - Programa de Pós-graduação em Geografia
Palavras-chave
Segregação sócio-espacial
saneamento ambiental
Qualidade de vida