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Introdução: Uma nova maneira para o empoderamento do profissional de enfermagem é o empreendedorismo. Professores de ciências da saúde avaliam sua própria competência como alta embora em relação ao empreendedorismo e liderança, o conhecimento foi auto avaliado como sendo médio (1). Apesar de crescente o número de novos empreendedores na área da enfermagem (2) e a promulgação da resolução COFEN 568/2018 que regulamenta o funcionamento de consultórios e clínicas de enfermagem.
Objetivos: Analisar a associação entre o aspectos dos enfermeiros e as características do empreendedorismo para abrir seu próprio negócio na área da enfermagem.
Método: Pesquisa observacional, descritiva e a aplicação da técnica de Bola de Neve. Os enfermeiros participantes da pesquisa após ciência do TCLE foram convidados a preencher um formulário online com dezoitos questões no mês de março de 2019. As análises univariadas foram realizadas, foi calculado o qui-quadrado, entre o perfil dos enfermeiros e características do empreendedorismo. As relações da variáveis com p < 0,05 foram consideradas estatisticamente significantes. Usamos o Software estatístico Japs Statistc (versão 0.8.4).
Resultados: Dos cinquenta e quatro enfermeiros participantes, 38,8% da faixa etária de 45 a 54 anos consideram importante o empreendedorismo para a enfermagem (p= 0,03) e 50% dos enfermeiros com a faixa etária de 35 a 44 anos tem medo de arriscar em abrir seu próprio negócio na área (p= 0,002). Aproximadamente 44% tem entre 16 a 20 anos de graduação e afirmam que durante a graduação existiam disciplinas voltada para a liderança (p= 0,003); 33,3% dos participantes que fez pós-graduação, abriu seu próprio negócio na área da enfermagem (p= 0,04) e; 11,1% conhece a resolução COFEN e abriu seu próprio negócio na área da enfermagem com outros enfermeiros (p= 0,008).
Discussão: Neste estudo foi apresentada a abordagem da liderança durante a graduação, a importância da pós graduação na abertura de próprio negócio na área da enfermagem, que os enfermeiros acham importante empreendedorismo para a enfermagem e indicam que o conhecimento da resolução COFEN pode facilitar a inovação. Assim como aponta Andressa Ferreira e colaboradores (2018) que ser empreendedor na enfermagem precisa ser abordado no meio acadêmico.
Conclusões: A presente pesquisa contribui para o incentivo do empreendedorismo na enfermagem como uma nova forma inovadora para o empoderamento da enfermagem, embora a formação na graduação precise acompanhar está tendência para o enfermeiro poder ter ideias diferenciadas e não ter medo de se arriscar em um novo empreendimento.
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