A OBRA COREOGRÁFICA COMO EXPERIÊNCIA POÉTICA E EDUCATIVA

Vol. 1, 2019. - 108910
Trabalho
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Resumo
Neste trabalho compreendemos que a obra coreográfica educa em ato, em sua expressão e poiésis. A poiésis, a partir de Martins (1992), enquanto educação, como criação de sentidos originários da experiência vivida, e a expressão como esse momento de abertura a sentidos outros, numa operação expressiva entre o corpo e o mundo, da ordem do sensível (MERLEAU-PONTY, 1999; 2002; 2005). O corpus de análise é constituído das obras coreográficas escolhidas intencionalmente, pelo critério de significação, todas do coreógrafo Jérôme Bel, que são: Véronique Doisneau, Pichet Klunchun and myself, Gala e Jérôme Bel. É uma pesquisa fenomenológica, a partir da filosofia de Merleau-Ponty, e temos como fontes para a descrição vídeos, entrevistas, fotografias e críticas das obras referenciadas; e objetivamos refletir acerca da poiésis e da expressão a partir das gestualidades, temporalidades e visibilidades apresentadas nas obras apreciadas, e estabelecer relações e contribuições no sentido da compreensão do corpo e sua comunicação sensível e das obras coreográficas como uma expressão de educação e da vida. PALAVRAS-CHAVE: Obra coreográfica; Fenomenologia; Educação.
Instituições
  • 1 Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Eixo Temático
  • GTT 03 - Corpo e Cultura