TRAJETÓRIAS FORMATIVAS DAS MULHERES-ESTUDANTES INDÍGENAS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Vol 1, 2023 - 168946
Trabalho Concluído - Trabalho Completo
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Resumo

Este trabalho aborda experiências de interculturalidade na Universidade de Brasília (UnB), tendo como foco a trajetória formativa de mulheres-estudantes indígenas. A partir de uma abordagem decolonial, analiso como essas estudantes vivem e interpretam suas trajetórias formativas em uma universidade ocidentalizada. A pesquisa mobilizou como fonte empírica entrevistas-narrativas com dez mulheres-estudantes indígenas que participaram/am da Associação dos Acadêmicos Indígenas da Universidade de Brasília (AAIUnB). Com base nesse procedimento, respondo às seguintes questões: a trajetória de mulheres-estudantes indígenas em universidades ocidentalizadas conforma experiências educativas interculturais? Acredita-se que a presença das estudantes indígenas nas universidades oferece oportunidades para o diálogo, a aprendizagem intercultural e conexões espirituais no ensino superior e, ao mesmo tempo, para o enfrentamento do racismo epistêmico e das relações de poder/ser/saber que ainda operam nas suas estruturas, invisibilizando e produzindo como ausências outros saberes e formas de produzir conhecimento. Porém, o racismo, a violência, o machismo e os estereótipos sofridos pelas estudantes dentro do espaço acadêmico geram preocupação e ainda precisam ser discutidos para que encontremos soluções para a raiz do problema.

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Instituições
  • 1 Universidade de Brasília / Faculdade de Educação
  • 2 Universidade de Brasília
Eixo Temático
  • GT 2: Educação do Campo, Educação de Jovens e Adultos, Indígena e Quilombola
Palavras-chave
Interculturalidade; Trajetória formativa; Mulheres-estudantes indígenas