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Este artigo objetiva discorrer sobre os desafios da formação continuada em serviço dos professores da Rede Estadual de Educação de Goiás. Nesse sentido, as obras de Fritjof Capra – O Ponto de Mutação – e de Boaventura de Souza Santos – Um Discurso Sobre a Ciência e Renovar a Teoria Crítica e Reinventar a Emancipação Social – foram fundamentais para a análise da problemática que envolve os docentes dessa rede de educação, haja vista que esses autores discorrem sobre a visão cartesiana sob a qual a educação vem se pautando e ainda fala sobre a presença marcante da compartimentalização dos saberes, do conteudísmo, ecologia de saberes e sobretudo do ponto principal que emperra o processo formativo: o comportamento humano. Essa discussão traz à tona toda a problemática da que gira em torno da formação continuada, ou formação em serviço, onde discutimos a resistência dos professores, principalmente dos pós-graduados em receber formação e ainda de repensar suas práticas afim de promover o incremento do processo de ensino aprendizagem, de forma integral. Em voga estão as mazelas que rodeiam a Unidade Escolar e sobretudo à Rede Estadual de Educação de Goiás, num processo de formação continuada que deveria ser realizada por uma Rede Colaborativa de Tutoria instituída pela Secretaria de Estado de Educação de Goiás, via Superintendência de Gestão Pedagógica e fica bastante claro que o ponto de atenção principal que emperra o processo está centrado no perfil do ser humano envolvido no processo: o professor e suas convicções, suas crenças, suas práticas e suas metodologias que por vezes não atendem às necessidades do estudante do século 21.
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