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Este artigo apresenta o estado da arte da produção acadêmica brasileira sobre a cuceta, este órgão híbrido e transitório em contextos artivistas e sexuais de mulheres trans, travestis e homens gays. A partir de buscas com a palavra-chave “cuceta” em plataformas acadêmicas, os dados foram coletados, validados e organizados em dois eixos de observação assim nomeados: cucetas sexuais e cucetas artivistas. A partir disso, estabeleceram-se as seguintes considerações a respeito da cuceta: ausência de autoria do termo; dupla incipiência de conhecimento (nas Humanidades e no contexto das práticas sexuais); distinções no tratamento da cuceta do “eu” e do “outro”; protagonismo das performances de Solange, Tô Aberta e Tertuliana Lustosa nas análises; e prevalência analítica da abordagem artivista advinda da natureza das performances citadas.
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