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O presente artigo propõe um olhar acerca da presença brasileira da Lacoste, a partir de uma análise que busca contextualizar o fenômeno desta marca francesa a partir de perspectivas da comunicação, do consumo e dos estudos culturais. Refletimos sobre como a marca tem lidado com diferentes formas de apropriações por parte de públicos que, originalmente, não eram considerados como prioridade mercadológica da marca. Com isso, temos a intenção de contribuir para a compreensão de novas dinâmicas do consumo na contemporaneidade e pensar esse fenômeno como um instrumento notadamente relevante na construção dos modos de ser, de existir e de resistir de pessoas periféricas nos tempos atuais. Verificamos os sentidos que esta marca, por meio das estratégias narrativas e estéticas, manifesta na recepção de consumidores e à luz de perspectivas conceituais seminais dos estudos culturais, como o hibridismo cultural e gramáticas culturais. Viu-se que a relevância da marca no país está fundamentada na
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