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O presente trabalho traz resultados parciais de pesquisa sobre as formas de ações políticas empreendidas por mulheres na defesa do corpo e da terra, entendida como corpo-território. Especificamente para a discussão que ora encetamos, recortamos modos de manifestar-se contra a propalada vulnerabilidade feminina em face de atos, práticas e valores que a desqualifica ou descapacita, considerados como violência contra a mulher. A discussão sustenta-se sobre a análise de postagens em redes sociais, principalmente no Instagram, e eventualmente em sites de notícias, que passam a ser sistematizadas a partir de uma premissa tradicional da mulher frágil e do homem forte e viril. Com essa base, identificamos articulações possíveis de outras lógicas, distribuídas entre submissão, ação política, vitimismo e confrontação, expondo matizes de subjetividade e inter-ação que são não fixos, mas revelam predomínios de posturas situadas no eixo do que designamos como práticas dissensuais.
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