REFLORESTAMENTOS MÓRFICOS EM ALBERI (2014): o informe como um paradigma da figuração

Vol 33, 2024 - 187149
Trabalho
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Objetiva a figuração do humano em Alberi (Michelangelo Frammartino, 2014) sustentando que as operações de dessemelhança da figura humana promovem um afastamento do antropocentrismo que encaminha a cosmologia moderna à escatologia do Antropoceno. Ambientado em uma região rural do Sul da Itália, as imagens fabulam em suas estratégias formais acerca das crenças animistas que sobrevivem nessas populações. Metodologicamente, guiaremos a análise fílmica através das teorias da imagem de Georges Bataille e Georges Didi-Huberman, e da discussão do “animismo” por Tim Ingold, defendendo que o conceito de “informe” pode ser tramado com uma ideia de “agência” que não se consubstancia na organicidade de um ser, mas na capacidade de movimento da matéria e de encontro com a alteridade, o que permite pensar a figuração do filme como um refúgio biossemiótico que se opõe às recursividades da cosmotécnica moderna.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 UFPE
Eixo Temático
  • GT7 - Comunicação, Arte e Tecnologia das Imagem
Palavras-chave
Michelangelo Frammartino
Visualidade
Figuração.