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Esta reflexão aborda as poéticas da diáspora presentes nas práticas musicais de instrumentistas/vocalistas de metal africanos e por seus descendentes na diáspora, destacando os múltiplos processos de constituição de identidades culturais e de subjetividades. Para tanto, abordo o estudo de caso da obra Itankale, primeiro EP lançado pelo projeto musical paulista “Quilombo” no ano de 2019. Eu investigarei como este álbum musical representa a africanidade no Brasil como uma expressão política de resistência, e também aponto o potencial pedagógico do projeto musical. Eu analiso esta mídia como uma forma de ressignificação da africanidade na realidade brasileira contemporânea e discuto por qual motivo ela poderia ser aplicada em debates acadêmicos para estudos dissidentes. Duas questões movem esta reflexão: Quais formas de conhecimentos surgem desta produção musical afrodiaspórica? “Como Quilombo nos faz repensar a ancestralidade e a africanidade em seu conceito?
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