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O cinema,desde seu início,criou ilusões que incentivaram sonhos como a Viagem à Lua,de Georges Méliès.O surrealismo e outros “ismos” também contemplaram possibilidades de imagens ilusórias e sedutoras,com montagens experimentais.Contudo,foi com a passagem do analógico ao digital que as tecnologias de inovação encontraram novas maneiras de seduzir espectadores com seus hologramas,seu uso de VR e AR e suas plataformas com avatares e óculos 3D.Os celulares também evoluíram e passaram a criar imagens diferenciadas em curtas e longas,incentivando festivais que exibem seus produtos.Este texto pretende construir um diálogo entre imagens,desde Méliès,passando pelos “ismos” e pelas concepções sobre a possível morte do cinema com a chegada da televisão e especialmente do digital,argumentando que a tecnologia possibilitou um cinema expandido,tanto na produção como na recepção.Dois temas serão enfatizados:imagens virtuais e imagens produzidas por celulares:o que ver e como ver.
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