Figuras da memória ditatorial: borrões e apagamentos para (des)lembrar o passado

Vol 31, 2022 - 150208
Artigos Completos
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Este artigo analisa três obras de arte que recorrem a borrões e apagamentos para elaborar a memória da ditadura civil-militar brasileira, entendidos como modos de referenciar esquecimentos. São examinadas Reconstituição, de Laís Myrrha; Decreto e Pesquisa escolar, de Leila Danziger. Aqui, interessa investigar de que forma os trabalhos subsidiam a rememoração do período ditatorial a partir de uma perspectiva que, permeada por descontinuidades, sugere tanto a potência quanto a fragilidade da memória. Percebe-se, com isso, que as produções também marcam a necessidade de reformular o que se (des)lembra acerca da ditadura, impulsionada por um querer saber.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 UFOP
Eixo Temático
  • Memória nas Mídias