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O trabalho analisa a atuação no Facebook dos coletivos Rede de Mulheres Negras (PA) e Banzeiro Feminista (AM) para compreender as formas pelas quais a atuação das ativistas desvela processos de relações de poder como resistência. Para isso, partimos dos processos comunicacionais empreendidos pelas ativistas em suas respectivas páginas no Facebook e mobilizamos perspectivas de relações de poder como dominação, resistência/empoderamento e solidariedade com enfoque às resistências. Na metodologia, instrumentalizamos como categorias analíticas as marcas identificáveis de relações de poder como resistência/empoderamento. Para isso, empreendemos uma análise de conteúdo em postagens do Facebook de ambos os coletivos. Por fim, constatamos que a configuração política das ativistas revela agenciamentos que desenham formas de empoderamento na autodefinição e resistência na confrontação às estruturas de dominação que constrangem suas possibilidades.
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