PODE SER QUE EU SEJA ETERNA: memória audiovisual e a performance post mortem de Hija de Perra

Vol 30, 2021 - 140653
Comunicação Oral
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Resumo

Este artigo propõe uma reflexão sobre o que chamamos de “performance post mortem”, que emerge quando do acesso à memória audiovisual de artistas mortos, mais especificamente no que tange ao consumo da memória audiovisual da performer chilena Hija de Perra (1980-2014). Fundamenta-se essa proposta de análise na discussão sobre memória e performance de Diana Taylor e Richard Schechner com os conceitos de performance em arquivo e aftermath, respectivamente. Em um segundo momento, cartografam-se as características específicas da performance post mortem de Hija de Perra, a saber: 1) viralidade mortífera, 2) transgressão da morte, 3) afetos remixados e reações videoclipicizadas, e 4) produção de presença.

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