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: O ensaio analisa o funcionamento dos Departamentos de Estória durante o período da Hollywood clássica. Ao acompanhar o trajeto de dois roteiros não filmados escritos por Ben Hecht, ressalta-se dois tipos de gatekeepings. O primeiro, interno, é próprio dos valores de cada estúdio. O segundo é externo, quando o roteiro era escrutinizado pelo escritório do Código Hays, num formato de censura e autorregularão dos estúdios. Ademais, o ensaio especula sobre o roteiro A Divina Sarah (1944), o estilo e a estética de Hecht que não migrou para a tela. Essa análise visa iluminar como os roteiros não filmados permitem fisgar aspectos de uma escrita coletiva cara à Hollywood, assim como elucidar traços autorais que são apagados por esses mesmos procedimentos de escolha.
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