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Este artigo promove uma aproximação entre as noções de textualidade, educação e experiência comunicacional com o objetivo de relacionar as práticas de ódio LGBTQfóbicos a um possível exercício educacional. Para o estabelecimento desta relação, partimos das reflexões sobre o ódio (KOLNAI, 2013; EMCKE, 2020) e o cotejo entre experiência e educação (DEWEY, 1979). Nossa premissa é que as práticas de ódio contra a população LGBTQ+ são sistêmicas (ZIZEK, 2014). A repetição da experiência violenta é um investimento da educação totalitária, excludente e antidemocrática. No seu exercício de comunicação, essas práticas pretendem advertir os corpos incômodos sobre seu destino de morte por quererem viver uma identidade de gênero ou uma orientação sexual não hegemônica. Em decorrência disso, tais corpos são submetidos a discursos e atos de ódio visibilizados, cuja intenção passa por inferiorizar e regrar subjetividades e formas expressivas.
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